“O luxo não é o oposto da pobreza, mas sim da vulgaridade”. A frase de inspiração é de Coco Chanel e serve para explicar os valores intemporais do Luxo. Hoje o luxo é fundamentalmente franco-italiano, mas há há muitos mercados emergentes onde a cultura do luxo dá primazia à artesania local, como os mercados da Índia e sul-asiáticos. Em Portugal há luxo em diversos mercados (desde o vinho ao turismo) mas sobretudo há uma oportunidade real de aproveitamento da nossa história multicultural, assente em feitorias, para contribuir para um luxo mais diverso no mundo.